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Dom Sérgio Aparecido Colombo
Nasceu na cidade de Cajobí - SP, no dia 29 de agosto de 1954, Batizado no dia 23 de setembro de 1954, Crismado em 1957 e Primeira Eucaristia no dia 15 de dezembro de 1963. Cursou o primário no Colégio Divino Salvador em Americana-SP, e o primeiro e segundo graus no Instituto de Educação Estadual Presidente Kennedy, também em Americana. Ingressou no Seminário Arquidiocesano da Imaculada Conceição em Campinas-SP, no ano de 1974, onde cursou a Filosofia. Paralelamente à Filosofia, cursou Serviço Social na Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Em 1977 iniciou o curso de Teologia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção em São Paulo - SP. Convalidou o curso de Filosofia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras das Faculdades Associadas do Ipiranga, São Paulo.
Ordenações e exercício ministerial - Foi ordenado Diácono no dia 01 de junho de 1979 e Presbítero, no dia 06 de agosto de 1980, na Solenidade da Transfiguração do Senhor. Exerceu na Diocese de Limeira o ministério de Pároco, na Paróquia do Senhor Bom Jesus (1980-1982) e Paróquia de São Manoel (1983-1987), ambas em Leme - SP; Administrador Paroquial na Paróquia de Santa Cruz, em Santa Cruz da Conceição (1983-1984). Vigário Episcopal (1985-1987), na Região Centro Norte da Diocese e na Região Centro (1994-1996). Orientador Espiritual dos alunos de Teologia no Seminário Diocesano (1986-1988) e dos alunos de Filosofia (1993-1995); Coordenador Diocesano de Pastoral (1988-1993); Orientador da Pastoral dos Seminaristas da Diocese (1996-1997). Por dez anos, foi Mestre de Cerimônias do Sólio Diocesano.
Nomeação episcopal - Por ocasião da nomeação para Bispo Titular de Pudenziana e Auxiliar na Diocese de São Carlos – SP, pelo Santo Padre o Papa João Paulo II, no dia 10 de outubro de 2001, exercia o ministério de Pároco na Paróquia de Jesus Crucificado em Iracemápolis – SP (desde 1988); era membro do Conselho Episcopal, do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores; Colaborador na Escola Diocesana de Teologia; secretário das reuniões dos Senhores Bispos do Sub Regional Campinas –SP e Vigário Geral da Diocese.
Ministério episcopal - Exerceu o Ministério Episcopal como auxiliar na Diocese de são Carlos por dois anos (2002 e 2003). Foi eleito Bispo para a Diocese de Paranavaí – PR, no dia 03 de dezembro de 2003, onde permaneceu até 2009. No Regional Sul II da CNBB – PR foi Bispo Referencial para os Movimentos Eclesiais, para a Pastoral Litúrgica e membro da Presidência do Regional. Na CNBB, é membro da Comissão Nacional para a Pastoral Litúrgica. Foi nomeado Bispo para a Diocese de Bragança Paulista – SP, pelo Santo Padre o Papa Bento XVI, no dia 16 de setembro de 2009.
Brasão e lema
“Sicut qui Ministrat" (Lc 22,27)
O lema “Sicut qui ministrat” (Como aquele que serve) aponta para Jesus, que recusando todos os títulos, apresentou-se como servidor de todos. O exercício do Ministério Episcopal na fidelidade e comunhão com Ele e sua Igreja, empenha toda vida. “Deixei-vos o exemplo para que, como eu fiz, também vós façais” (Jo 13, 15).
Insígnias episcopais: Chapéu prelatício com borlas pendentes de cor verde e a cruz pastoral em vermelho e amarelo.
Escudo: a figura do pelicano, que se ferindo alimenta seus filhotes, caracteriza a Eucaristia e o Serviço. “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos” (Jo 15, 13). A cor amarela realça a realeza do serviço que sustenta a vida.
A Palavra de Deus é o referencial permanente para aquele que deseja servir. “Proclamai a Palavra de Deus, insiste, no tempo oportuno e inoportuno, refuta, ameaça, exorta com toda paciência e doutrina (2Tm 4, 2). A cor vermelha simboliza a realidade com seus desafios onde cotidianamente a mesma Palavra se encarna.
A flor-de-lis salienta e enaltece a presença de Maria. “Eu sou a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a Tua Palavra” (Lc 1, 38). Ela é a mulher-mãe, sempre apontando para o filho Jesus. Na cor azul, sua beleza e simplicidade.
Na alegria e com generosidade, alimentado pela Eucaristia, pela Palavra e sob a proteção de Maria, o Bispo realizará sua missão junto ao povo que lhe foi confiado, preferencialmente os pequenos e pobres, sempre como “vigilante profeta da esperança”.